terça-feira, 13 de dezembro de 2011
So Long Farewell
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
sábado, 10 de dezembro de 2011
Et Cetera
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
Lei de Hess
Jogo da Amarelinha
Ode à Órion
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
Contra senso
sábado, 19 de novembro de 2011
A limine
(sem um título à altura)
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
Al buen entendedor, pocas palabras bastan (II)
sábado, 22 de outubro de 2011
Noturno
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
Viatge
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
terça-feira, 11 de outubro de 2011
Les fleurs jaunes
Outra para o mesmo pássaro
Ideale
Codinome
sábado, 8 de outubro de 2011
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
Ars longa, vita brevis
Two of me
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
Âmbar
Vivaldi
Resposta para Teresa
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
De nier ce qui est et d'expliquer ce qui n'est pas
(Mais) Outro princípio de Incêndio
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
A pequena parte do todo (Fractal)
Eet
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
Infecção
domingo, 25 de setembro de 2011
Desconcerto à um mural Lunar
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
Uma Ode Das Estrelas Para Um Amor (Ainda) Não Declarado
terça-feira, 13 de setembro de 2011
Que tous ses pas etaient des sentiments.
Base Quatro
sábado, 10 de setembro de 2011
Mórula
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
Incertezas
domingo, 4 de setembro de 2011
Das nostalgias vividas à frente do IFGW
Reparações
Quanto mais olha pro céu
Mais estrelas começam a cintilar?
Suposições
não compreendo
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
Das últimas considerações de um agosto demorado
Al buen entendedor, pocas palabras bastan
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
Para o Wil
EIA RIMA
sábado, 27 de agosto de 2011
Numa aula qualquer
terça-feira, 9 de agosto de 2011
Concreto
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
Áries
domingo, 31 de julho de 2011
Depois de uma aula de hidro...

Três e Quinze
sábado, 30 de julho de 2011
Dear John
- Ele é Inglês
- É músico
- Um pacifista dedicado
- Um crítico social nato



sábado, 23 de julho de 2011
Nox
quarta-feira, 20 de julho de 2011
Haikai
terça-feira, 19 de julho de 2011
O futuro é nosso


terça-feira, 12 de julho de 2011
Noite de outono
Undeci
Rubeus
domingo, 10 de julho de 2011
Vibração
domingo, 3 de julho de 2011
Mais uma quinta feira
Aulas de LTT
No escuro escrevo-lhe cartas
Sem motivo, longas em demasia
Costuradas pelo frio e chuva
Manchadas do calor que emana do seu corpo
Olhar inexpressivo tenho
quando não encontro seus olhos,
quando não encontro seus lábios.
Quero escrever o que realmente sinto
Mas é impossível com palavras medir
Aquilo que só posso demonstrar
Quando seus lábios nos meus descansaremDe volta
6 da tarde
No fundo o som do jazz calmo
O compasso pelas ruelas e lugarejos
Por minha mente dando vida a teus beijos
Por entre todos os carros apressados
Olhares vazios para cidade em movimento
Cenas se repetindo, seus olhos, seu jeito
Impaciente e repetitivo desejo
Transformando minha ansiedade em tormento
De volta lentamente
No crepúsculo estrelado
Aos poucos se aproximando
Desejando loucamente
Ter um momento ao seu lado
Ter a certeza de que estou amando
A não ser você
Sinto seu sorriso
Ouço a sua voz
Tão calma em meu ouvido
Quando estamos à sós
Seus beijos, seus abraços
suas histórias, seu olhar
Segura em seus braços,
Não vejo o tempo passar.
A serenidade dos teus beijos,
sem pressa, lentamente...
Fazem todos os desejos
se concretizarem rapidamente
Suas juras, Seu cortejo.
Pela noite, madrugada.
Em qualquer canto ou lugarejo
Esperando a alvorada
Gosto de ver seu rosto corando
sua respiração ofegante
seu peito oscilando
seus amassos delirantes
O ocre de seus cabelos
O toque de suas mãos
Anseio por ir vê-lo
Não aguento mais esta privação
Seu som, Seus acordes
Flutuando em minhas veias
Suas fotos e recortes
Comigo a tarde inteira
E tantas bobagens
Sabor dos seus lábios
Não abro passagem a nada
A não ser você
Quarto escuro
No meu quarto escuro
Escuto minha mente
Vejo a dança das sombras
E o luar quente
No teto estrelado
Procuro sua imagem
Vou passar para seu lado
Aprender de tua linguagem
No escuro do meu quarto
Procuro seus olhos castanhos
Como se não estivessem farto
De vê-los apenas em meus sonhos
Nos meus sonhos
Procuro seu amor
Já que me tratas como estranho
Não me afundarei em seu topor
domingo, 27 de fevereiro de 2011
Goles de chá
Ponteiros se arrastam
Por entre os goles de chá
Passos se afastam
Nas salas de outro andar
A chuva, que é forte
Sob a luz do luar
Espera e quase torce
Para um dia eu voltar
Assisto mentiras
Espero o sono chegar
São molduras vazias
Por entre os goles de chá
Poesias perdidas
Por gavetas trancadas
Por tantas idas e vindas
Por pastas fechadas
Todos sonham, eu acordo
Me recuso a dormir
Quanto o sono, ignoro
Para os raios assistir
Assisto memórias
A ressuscitar
Tropeços, Histórias
Por entre os goles de chá
Raios
Raios deixam tudo azulado
Silêncio absoluto
Sem pessoas nem carros
Penumbra colorida
Será ilusão?
Ou apenas uma peça da escuridão
E tudo gira sem sair do lugar
Volto a ser o que nunca fui
Será o acaso ou apenas a luz
Chego ao fim antes de começar
A escrever tudo aquilo que quero
A esperar por tudo que espero
ou não
Eu ouço som na sua mudez indiscreta
Talvez encontre alguma frase secreta
Todos dormem, permaneço acordada
Olhos vermelhos, estou preparada
Chegar ao fim não posso mais
Se eu não começar agora
tanto faz




