sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Aos devaneios de uma aula de inglês

E sinto falta de tudo.
Daquilo que não fiz,
Daquilo que deixei de fazer,
De ter ficado no meio do caminho,
No meio dos meus sonhos.

Sinto falta do tempo
em que todos esses sonhos,
dos mais tolos aos mais elaborados,
Gritavam , Ardiam e Cantavam dentro de mim.

Do tempo em que sonhar
era mais que pensar no futuro comodista,
era flutuar no infinito,
viajar por todos os cantos sem mover-se

Tempo de fingir.
Ser quem nunca fui,
estar onde nunca estive,
inventar o que nunca ninguém inventou

Tempo,
acima de todas as coisas,de sorrir.
Abraçar cada devaneio
como se fosse o último
Todavia, espero até hoje
que um dia um último venha me visitar