Dedico esse poema à duas pessoas. À Carol Santos, que me emprestou esse lindo e fabutástico livro, e ao Bem-te-vi, que sempre me inspira.
Rayuela
Não nos beijaremos nas pracinhas íntimas
Nem nos cafés ou nos becos
Nos bancos ou nas pontes...
Não haverá reuniões do Clube
Sem Jazz, Blues
Hawkins ou Bessie Smith
Vodka , chuva ou o Sena
Não haverá Paris,
Nem Montevidéu, Nem Buenos Aires
Não mais saltos,
Pedrinhas...
Jogos
Glíglico
Sem chegar ao céu
Sem pular o inferno
Sem guarda-chuvas
Nesse jogo de Amarelo
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