quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Jogo da Amarelinha

Desde que comecei a ler o Jogo da Amarelinha tudo mudou...a maneira com que vejo o mundo e vejo um livro. Na real, acho que isso não é um livro...É um jogo, um espelho...
Dedico esse poema à duas pessoas. À Carol Santos, que me emprestou esse lindo e fabutástico livro, e ao Bem-te-vi, que sempre me inspira.

Rayuela

Não nos beijaremos nas pracinhas íntimas
Nem nos cafés ou nos becos
Nos bancos ou nas pontes...
Não haverá reuniões do Clube
Sem Jazz, Blues
Hawkins ou Bessie Smith
Vodka , chuva ou o Sena
Não haverá Paris,
Nem Montevidéu, Nem Buenos Aires

Não mais saltos,
Pedrinhas...
Jogos
Glíglico

Sem chegar ao céu
Sem pular o inferno
Sem guarda-chuvas
Nesse jogo de Amarelo

Nenhum comentário:

Postar um comentário